O que levar em conta na hora de escolher uma escola para seu filho?

Procurar a instituição ideal, a que estará a aptar a corresponder às necessidades do seu filho e oferecer a melhor educação, não é uma tarefa fácil. Existem muitas escolas espalhadas por aí, então é fundamental que você tenha em mente as principais prioridades para você. Descubra a seguir o que você deve levar em conta na hora de escolher uma escola para o seu filho.

Mesmo sendo o seu filho que irá frequentar diariamente a escola que você selecionar, lembre-se que a sua família também estará ligada à fundação e vez por outra, você terá de comparecer também. Ou seja, leve em consideração a opinião de toda os familiares e veja o que é mais importante para vocês. Leve em conta:

Distância

O trajeto para escola é importante. Se você optar por um percurso mais longo, saiba que isso pode deixar o seu filho exausto antes mesmo de chegar para as aulas. No caso de colocar o seu filho na condução escolar, a distância será um gasto extra. Se preferir levá-lo você mesmo, uma escola longe de casa pode ser cansativa para você também.

Modernidade da Instituição

Todos os dias surgem novas tendências, não só pedagógicas como sociais, então leve em consideração avaliar o sistema da escola e os planos para o futuro. Visite os laboratórios e espaços didáticos da instituição.

Conteúdo

Procure se informar quanto ao planejamento pedagógico e como ele é aplicado em sala de aula. Pegunte também sobre o sistema de ensino e o incentivo de habilidades pessoais. A educação do seu filho ocorre simultaneamente por parte da escola e da família, de forma que é fundamental existir um diálogo entre ambos.

Valor

Não atente-se somente a mensalidade! Faça os cálculos dos livros e da lista de matérias escolar. Ao longo do ano terão diversos gastos extracurriculares e você deve colocar tudo na balança.

Equipe Pedagógica

Se possível, conheça a equipe pedagógica. Fale não só com os professores! Converse com diretores, coordenadores e psicólogos pois seu filho não estará em contato só com o educador.

Referências

Visite o próprio site da escola e acesse as informações básicas dela. Entretanto, não se contente com o digital, busque entre seu meio de convivência pessoas que já tiveram algum tipo de contato com a instituição e suas avaliações. Cada criança vai experienciar a aprendizagem de forma diferente, mas você pode evitar maiores transtornos.

Pretende matricular seu filho em uma instituição de ensino nos próximos meses?

Então acesse https://matriculas2019.com/ para mais informações. Encontre a escola ideal para os seus filhos, levando em conta suas próprias prioridades e os requisitos básicos!

7 Vantagens do período integral nas escolas

Os Países que são considerados referências em educação possuem o sistema de ensino de turno integral, como a Coreia do Sul, Finlândia, Chile e Irlanda. Os alunos ficam, em média, 9 horas por dia no ambiente de estudo.

O ensino integral reflete diretamente na nação: a diferença não é só na qualidade da educação, mas também no desenvolvimento do país como um todo. No entanto no Brasil não é muito comum encontrar escolas em tempo integral e na maioria das vezes as escolas que oferecem esse tipo de ensino são particulares.

O que é ensino integral?

Normalmente quando se fala que o aluno está matriculado em uma instituição de ensino integral, é comum pensar que é somente o fato de o aluno passa o dia inteiro na escola. No entanto, o termo integral se refere ao desenvolvimento completo do aluno.

Ou seja, esse termo não está apenas associado ao tempo de permanência na escola, mas também a um maior acesso dos espaços de aprendizagem e dos conteúdos. No currículo é incluído atividades que auxiliam no desenvolvimento intelectual, físico, cultural e social do aluno.

Confira 7 vantagens que o período Integral possui:

Melhora no rendimento – A responsabilidade e o comprometimento dos alunos que estudam em ensino integral é maior, se comprada aos que estudam em meio período. Os Colégios que adotam o sistema de período integral chegam a perceber a diferença do desempenho positivo dos alunos do integral.

Tempo para os pais – Na maioria dos casos, os pais precisam trabalhar fora e não possuem tempo suficiente para acompanhar de perto o desempenho escolar dos filhos.

Com o período integral, os pais podem trabalhar todo o dia sem preocupações já que os filhos encontram atividades extra curriculares e orientação especializada em um só lugar. Mas vale lembrara que a presença e interesse dos pais na vida escolar da criança é fundamental.

Diversidade nas atividades – Como a carga horária das escolas com o tempo integral é extensa, os alunos têm acesso a uma grande variedade de atividades ao longo do dia. Dessa forma, a motivação e o compromisso dos estudantes em aproveitar ao máximo tudo o que a escola oferece é garantida.

Aproveitamento do tempo ocioso – Quando uma criança fica sozinha em casa, dificilmente utiliza esse tempo para se dedicar aos estudos. Com as escolas em tempo integral, elas ganham experiências mais ricas e um período maior de aprendizado diversificado.

Garante a segurança – De certa forma, realizar a matrícula escolar em tempo integral é uma garantia de segurança, pois é muito mais difícil um jovem que passe o dia todo na escola se envolver em problemas sociais.

Orientação nutricional – Geralmente as escolas em tempo integral oferecem uma alimentação elaborada por um nutricionista, com cardápios balanceados que suprem a necessidade de nutrientes que os jovens precisam.

Desenvolvimento da autonomia – Quando os jovens estudam em tempo integral é natural desenvolverem a autonomia, já que não dependem dos pais para realizar todas as atividades escolares. O convívio com outros jovens e adultos, de diferentes personalidades também contribuem para isso.

Quem trabalha com carteira assinada pode receber Bolsa Família?

Benefício concedido a quem realmente necessita de ajuda financeira, o Bolsa Família é um dos maiores programas sociais do Brasil. Ele está em vigor a mais de 10 anos no país e com enorme sucesso. Já ajudou mais de 13 milhões de famílias, mas nem todos podem solicitar a seguir. Saiba quais as regras para quem possui carteira assinada a seguir. 

Bolsa Família ajuda famílias de baixa renda

Estima-se que mais de 30% da população brasileira não consiga manter o seu sustento básico com renda própria. Esses são dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, números os quais vem diminuindo por conta dos projetos sociais governamentais. Dentre eles o Bolsa Família. 

O programa do Governo Federal auxilia famílias de baixa renda com um valor mensal depositado em uma conta para ser sacado na Caixa Econômica Federal. A bolsa vai de R$ 39 a no máximo R$ 195 por pessoa, não podendo ultrapassar o teto.

O valor parece pequeno? De fato é se comparar com o valor dos alimentos no supermercado. Contudo, vem cumprindo o seu papel de ajudar com o básico como o leite para quem está no período de amamentação de menores, com algum alimento com a bolsa assistencial e com a nutrição da lactante. 

Carteira assinada não recebe bolsa família

Focando sempre em quem realmente não pode prover o sustento do lar com cesta básica, quem possui renda não pode receber o bolsa família. Se há um ganho mensal superior a meio salário mínimo então não há direito de se cadastrar no programa. Logo, quem possui carteira assinada não pode receber bolsa família. 

O propósito do programa é ajudar a bancar a cesta básica das famílias necessitadas. Os valores são baixos em comparação a uma cesta básica completa com a nutrição adequada. 

Uma das principais regras do programa é a questão da renda. Quem possui carteira assinada por lei recebe sempre um valor mensal a um salário mínimo. Este tipo de ganho mensal não se enquadra na faixa de necessitados atendidos pelo programa e por isso o direito de receber o Bolsa Família não existe. 

O benefício atende aos desempregados desde que a condição seja comprovada com a carteira de trabalho. Contudo, quando ele voltar a ter um emprego o benefício é suspenso. 

Valores do Bolsa Família 2018

Os valores da bolsa mensal fornecida pelo Governo continuam firmes há dois anos por ausência de verba para dispensar ao programa. Por enquanto são eles:

  • R$ 85 por pessoa para brasileiros em situação de extrema pobreza;
  • R$ 39 gestantes e mulheres amamentando;
  • R$ 45 para jovens de família de extrema pobreza entre 16 e 17 anos estudando em escola pública.

Para o primeiro trimestre do próximo ano está programado um aumento do Bolsa Família 2018. O reajuste faz parte do acompanhamento do valor recebido pelos beneficiários de acordo com a inflação. 

Há ainda outros benefícios governamentais para ajudar a complementar a renda. Um deles é o menos conhecido, o vale gás. Pago a cada dois meses, ele ajuda a comprar o gás de cozinha de famílias pobres em zona urbana ou rural. 

Principais benefícios fiscais concedidos a deficientes físicos e mentais

Deficientes físicos e mentais no Brasil possuem alguns diferenciais quando se trata de pagar impostos. Há benefícios fiscais, uma forma do governo retribuir o pagamento de impostos de quem possui uma renda menor e algumas dificuldades de deslocamento. Saiba mais!

O passo a passo para obter benefícios fiscais

O Governo Federal e alguns órgãos públicos concedem alguns benefícios no pagamento de impostos para deficientes físicos e mentais. A primeira regra básica para usufruir do direito é ter a sua deficiência diagnosticada oficialmente. 

O primeiro passo é buscar um laudo médico que comprove a sua deficiência. Os médicos do INSS podem fazer uma avaliação ou buscar profissionais do sistema público para emitir um laudo. Ele deve ser registrado e renovado a cada um ano. As deficiências podem ser:

  • Motoras causadas por alguma condição clínica;
  • Amputação de parte ou um dos membros;
  • Deficiência mental de doença congênita ou gerada por uma condição clínica posteriormente.

Ter a deficiência não significa ser aposentado. Os direitos tributários são garantidos em quem possui as necessidades físicas e mentais. Não interfere estar trabalhando ou ser um aposentado pelo INSS. 

Os principais benefícios fiscais concedidos a deficientes físicos e mentais

Os deficientes físicos e mentais com os laudos em mãos podem solicitar seus benefícios fiscais a qualquer momento. Os principais são:

Desconto no IPVA

O IPVA de um deficiente sai mais em conta com descontos que podem chegar a 20%. A regra é nacional e imposta pelo Detran. Para ter direito é preciso ser o deficiente o proprietário do veículo ou fazer uso dele.

O quesito “fazer uso” quer dizer provar ao órgão de trânsito não ser o proprietário do carro ou moto mas fazer uso dele constante. Um paciente mental pode necessitar do veículo e não ter permissão para dirigir e isso pode ser provado no órgão de trânsito com documentação apropriada e laudos médicos. 

Desconto no IPI de carros

A compra de produtos industrializados gera um imposto, o IPI. O desconto para deficientes é na compra de veículos de fabricação nacional, com motor de cilindrada não superior a dois mil centímetros cúbicos e sempre de quatro rodas. 

Para ter este direito também é necessário ser o comprador o deficiente ou ser representante legal. 

Isenção de ICMS sobre veículos

Todos os portadores de doenças físicas e mentais na compra de um carro não pagam ICMS. Mas a compra deve ser em seu nome ou de um representante legal, comum com deficientes mentais.

Isenção de IOF

O financiamento de um veículo para portador de deficiência física é isento de IOF. Tendo todos os laudos caracterizando ser o financiador um deficiente, é só requerer junto ao órgão responsável pela transação financeira a isenção sem problemas. 

Vale lembrar que as necessidades médicas dos portadores de necessidades especiais são dedutíveis também no Imposto de Renda caso sejam custeadas pelo paciente ou seu tutor legal. Elas devem ser listadas se forem pagas como plano de saúde, exames médicos pagos além do plano e tratamentos. 

Melhores cursos técnicos para se profissionalizar no Brasil

Cursos técnicos são uma excelente opção para o profissional entrar no mercado de trabalho. Duram menos em sala de aula, são focados na prática e muito mais baratos. É uma boa dica para quem quer voltar a estudar. A seguir, sugestões de cursos técnicos para se profissionalizar. 

Existe diferença entre cursos técnicos e de graduação?

Este é um ponto importante a ser avaliado. A diferença existe mas muito mais no que se vai fazer com o diploma de conclusão que no curso em si. 

A graduação é um pouco mais ampla, durando no mínimo três anos atualmente no Brasil. Ela explora muitas áreas do profissional e isso o torna muito mais preparado para o mercado para atuar em diversas áreas. Em contrapartida quando ele quer apenas uma área estuda muita coisa que não o interessa. 

Já nos cursos técnicos a formação curta sai mais em conta para o bolso e muito mais focada. Se você quer ser um profissional de fotografia não precisa, por exemplo, fazer jornalismo como anteriormente. Pode apenas estudar técnico em fotografia e já está preparado para atuar. 

Quanto ao ensino, basta buscar uma escola de referência como os cursos Senac 2018. Ambos podem proporcionar uma boa base, basta escolher uma boa instituição de ensino. 

Dicas de cursos técnicos para capacitação profissional

Quem optar pelo curso técnico deve analisar o mercado antes de selecionar sua opção final. Focar onde há mais carência é um ponto importante a avaliar, mas não o único. Pense também em profissões sempre necessárias, as quais tendem a permanecer por um longo período independente de modismos e crises. São boas dicas:

Técnico em redes

Curso rápido para quem visa trabalhar em um mercado bem amplo. Todas as empresas necessitam de uma rede e ser prestador de serviço da área pode ser interessante. Em especial como autônomo, fazendo seu próprio horário e aumentando os lucros. 

Técnico em mecânica

Há quem se engane pensando no setor de carros como única opção. É uma delas na verdade. Pode-se trabalhar no têxtil e eletrônico, dentre muitos outros. O salário quando se especializa em uma área pode chegar a ser muito maior que um graduado na mesma área. Há muitos cursos de reciclagem para ampliar ainda mais o conhecimento e o currículo. 

Segurança do trabalho

O profissional da área é obrigatório em fábricas, assim como pode prestar consultaria em outras. É uma ótima dica se especializar em indústria, um dos setores econômicos que mais cresce no Brasil. 

Logística

Uma das áreas mais produtivas de uma empresa é a de logística. Sem ela há problemas no estoque, compra de itens e economia como um todo da empresa. Os profissionais da área estão cada vez mais procurados e com bons salários, em especial os que gostariam de atuar em empresas de grande porte. 

Contabilidade

É uma profissão do passado, presente e futuro. O profissional pode prestar consultoria para empresas e pessoa física. Um dos períodos mais lucrativos é do imposto de renda, sempre o primeiro trimestre do ano. 

O que é demissão por justa causa?

Toda empresa pode contratar e demitir o funcionário quando desejar. Para isso geram-se dois tipos de demissão: por e sem justa causa. É importante compreender os dois processos para garantir os direitos trabalhistas. Saiba mais!

O que é demissão por justa causa?

Demissão sem justa causa

Uma empresa pode contratar um funcionário de duas formas: contrato temporário de prestação de serviços e carteira assinada. No modelo de contrato após finalizado o período estipulado pode não haver renovação. Neste caso a empresa encerra o vínculo e paga o acordado.

Já na contratação por carteira assinada é possível encerrar o vínculo a qualquer momento também sem problemas mas com ajustes a serem feitos. Quando o empregado não fez nada de errado mas mesmo assim a empresa quer demitir se chama “demissão sem justa causa”. 

A demissão sem justa causa acontecer por diversos motivos. Neste caso ela escreve na carteira de trabalho ao dar baixa que está demitindo porque quer e o motivo. A justificativa mais comum é a “redução de quadro”, quando há mais funcionários que o necessário. Mas há muitos outros motivos, como:

  • Fechamento da empresa ou uma de suas filiais;
  • O quadro de funcionários está grande demais;
  • Extinção do cargo ocupado;
  • Dentre outros. 

Demissão por justa causa

Já a demissão considerada ‘por justa causa’ é quando a empresa resolve demitir o funcionário quando ele não cumpriu com o acordado. No momento da contratação é designada a sua função, carga horária e normas da empresa. Ele assina um contrato onde deve cumprir com o combinado. Quando não o faz a empresa pode demitir. 

Demissão quando é culpa do funcionário pode acontecer por diversos motivos. Não existe motivo mais ou menos comum, mas alguns são constantes. Atraso ao iniciar as atividades é uma boa justificativa para o chefe não querer mais o vínculo. A pontualidade é muito valorizada na empresa. 

Outros motivos que podem gerar o desligamento são:

  • Consumo de bebidas alcoólicas no horário de trabalho;
  • Não cumprir as metas da empresa – seja de vendas ou produção interna;
  • Falar mal da empresa para terceiros;
  • Uso excessivo de celular – se atrapalhar o desempenho da função;
  • Quebrar o sigilo empresarial – divulgar dados confidenciais;
  • Roubo ou furto de valores ou patrimônio da empresa;
  • Dentre outros.

A regra é: se a ação do empregado não for de acordo com as normas da empresa ele pode ser demitido a qualquer momento. 

Demissão por justa causa x sem justa causa: o que muda?

Em ambos os casos o vínculo com a empresa está encerrado. Contudo, na demissão sem justa causa os direitos trabalhistas de rescisão de contrato, FGTS e seguro desemprego estão garantidos. Os pagamentos são automáticos. 

Já na demissão por justa causa o empregado é desligado de imediato e não há direito a receber valores da empresa. Também não pode processar para receber seguro desemprego porque há justificativa para os seus atos. 

Mas caso não haja motivo para demissão e houver na carteira justificativa de “justa causa” o ex funcionário pode entrar com um processo no Ministério do Trabalho. Com ajuda de um advogado pode receber todos os valores corretos retroativamente.